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A vigilância da LV compreende a vigilância entomológica, de casos humanos e casos caninos. A situação epidemiológica indicará as ações de prevenção e controle a serem adotadas. As áreas de transmissão foram estratificadas a partir dos dados referentes ao período de 1998 a 2002. Os municípios foram classificados conforme média de casos do período. Transmissão esporádica - < 2,4 casos, Transmissão moderada - >= 2,4 - < 4,4 casos e Transmissão intensa - < 4,4 casos. Vigilância entomológica Os objetivos das investigações entomológicas são levantar informações de caráter quantitativo e qualitativo sobre os flebotomíneos transmissores da LV, visando definição de áreas a serem trabalhadas e/ou acompanhadas, avaliação de controle químico entre outras. As atividades compreendem o levantamento, investigação e monitoramento de flebotomíneos, estando as metodologias indicadas para cada uma das diferentes áreas a serem trabalhadas (Com transmissão ou sem transmissão de LV). Vigilância canina As ações de vigilância canina compreendem: Investigação do foco; busca ativa de cães sintomáticos; monitoramento que envolve o inquérito sorológico amostral para áreas sem transmissão e inquérito censitário para as áreas com transmissão. Vigilância em humanos Investigação Epidemiológica -A investigação epidemiológica deve ser realizada em todos os casos, sendo necessária para: definir local provável de infecção; verificar se a área é endêmica ou novo foco, conhecer as características epidemiológicas do caso, orientar medidas de prevenção e controle conforme situação epidemiológica e de acordo com a classificação da área. |
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