Guia Digital de Doenças Infecciosas e Parasitárias 2006
Fonte: Ministério da Saúde - Secretaria de Vigilância em Saúde - Departamento de Vigilância Epidemiológica - DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS - GUIA DE BOLSO - 4ª edição ampliada - http://dtr2001.saude.gov.br/svs/pub/GBDIP/guia_bolso_4ed.pdf ou http://www.pdamed.com.br/downloads/guia_bolso_4ed.pdf.

Dados de Copyright.
1. Doenças Infecciosas e Parasitárias
1.41. Influenza
1.41.1100 Diagnóstico laboratorial
Os procedimentos apropriados de coleta, transporte, processamento e armazenamento de espécimes clínicos são de fundamental importância no diagnóstico da infecção viral. O espécime preferencial para o diagnóstico laboratorial são as secreções da nasofaringe (SNF) obtidas por meio de aspirado de nasofaringe com auxílio de um coletor descartável ou através de swab combinado (oral + nasal). Estas amostras devem ser coletadas preferencialmente até o quinto dia do início dos sintomas e transportadas em gelo reciclável (NÃO CONGELAR) até o laboratório para o devido processamento. O diagnóstico de influenza é realizado através das técnicas de imunofluorescência (IF) indireta, pelo isolamento do agente em cultivos celulares ou ovos embrionados (considerado método padrão). A caracterização antigênica.e genética do vírus é realizada pelo teste de inibição da hemaglutinação (IH) e técnicas de biologia molecular, respectivamente.

 




 
 
 
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