Guia Digital de Doenças Infecciosas e Parasitárias 2006
Fonte: Ministério da Saúde - Secretaria de Vigilância em Saúde - Departamento de Vigilância Epidemiológica - DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS - GUIA DE BOLSO - 4ª edição ampliada - http://dtr2001.saude.gov.br/svs/pub/GBDIP/guia_bolso_4ed.pdf ou http://www.pdamed.com.br/downloads/guia_bolso_4ed.pdf.

Dados de Copyright.
1. Doenças Infecciosas e Parasitárias
1.33. Hepatite A
1.33.900 Diagnóstico
Pode ser clínico-laboratorial, clínico-epidemiológico e laboratorial. Apenas com os aspectos clínicos não é possível identificar o agente etiológico, sendo necessário exames sorológicos. Entretanto, podemos confirmar clinicamente os casos secundários em um surto, onde o caso índice teve sorologia confirmada (Anti-HAV-IgM). Os exames laboratoriais inespecíficos incluem as dosagens de aminotransferases-ALT/TGP e AST /TGO-que denunciam lesão do parênquima hepático. O nível de ALT pode estar três vezes maior que o normal, podendo atingir até mais de 2.000UI/l. As bilirrubinas são elevadas e o tempo de protrombina pode estar diminuído (TP>17s ou INR>1,5) indicando gravidade. Outros exames podem estar alterados, como a glicemia e a albumina (baixas). Os exames específicos são feitos através da identificação dos marcadores sorológicos. Na infecção aguda temos o anti-HAV IgM positivo (desde o início da sintomatologia e normalmente desaparece após 3-6 meses do quadro clínico). Na infecção passada e na vacinação temos anti-HAV/IgG positivo (detectado uma semana após o início dos sintomas e se mantém ao longo da vida).

 




 
 
 
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