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É mais freqüente a ocorrência da doença em áreas com baixas condições sócio-econômicas e sanitárias, onde a aglomeração de pessoas é maior. Comumente, estas áreas apresentam baixa cobertura vacinal e, portanto não é obtido impacto no controle da transmissão da doença. No Brasil, o número de casos vem decrescendo progressivamente (640 em 1990 e 50 em 2002), em decorrência do aumento da cobertura pela vacina DTP. A letalidade esperada varia de 5 a 10%, atingindo 20% em certas situações, no Brasil nos últimos anos foi de 8,6%, 18,8% e 22%, em 2000, 2001 e 2002, respectivamente. |
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