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É clínico, epidemiológico e laboratorial. a) Diagnóstico na gestante: na gestante sintomática, uma coleta após o início do exantema. Se o resultado da pesquisa de IgM e IgG for negativo em amostras coletadas do 1º ao 28º dia do início do exantema, realizar nova coleta para pesquisa de IgG. Gestante assintomática com história de exposição: uma coleta no momento da consulta e segunda coleta após 28 a 42 dias da exposição. Considera-se infecção recente por rubéola, resultado IgM positivo em qualquer das amostras ou IgG positivo somente na 2ª amostra. b) Diagnóstico SRC: a sorologia é realizada através da detecção de IgM no recém-nascido ou pelo acompanhamento dos níveis de IgG durante tempo mais prolongado (alguns meses até 2 anos de idade). O achado de níveis de IgG estáveis ou elevados confirmam o diagnóstico. A queda de anticorpos IgG na criança sugere a presença de anticorpos maternos em declínio. c) Isolamento do vírus: pode ser realizado a partir de secreções nasais, sangue, urina e líquor com inoculação em cultura celular. |
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