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Assistência à Pacientes em Estado Grave |
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| Desenvolvido pela enfermeira Ana Cristina de Araújo Andrade, Mestre da Escola de Enfermagem de Natal - UFRN e enfermeira do Hospital Universitário Onofre Lopes - UFRN. |
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| 11. Sistema Cardiovascular |
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| 11.28. Ressuscitação Cardiorespiratória |
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11.28.400 Tratamento da PCR |
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a) Finalidade: . Restabelecimento imediatamente da irrigação com sangue oxigenado, principalmente dos órgãos vitais (cérebro e coração), através das técnicas de ventilação pulmonar e circulação artificial que asseguram batimentos cardíacos eficazes.
b)Socorro Básico: Suporte Básico de Vida
Realizados por profissionais da área de saúde ou por leigos treinados:
A – Aberturas da vias aéreas; B – Boca à Boca (Desobstrução); C – Circulação artificial (Compressão torácica externa); D – Desfibrilação Precoce.
A Avaliação do estado de consciência: - Comunicação verbal: tocando-a Solicitação de auxilio; Posicionamento da Vítima: - Superfície rígida; - Decúbito dorsal horizontal; Dorso flexão da cabeça: - Palma de uma das mãos na fronte da vítima – pressão firme para trás. Pontas dos dedos indicador e médio da outra mão sob a mandíbula elevando-a e promovendo o deslocamento da língua junto com elevação do queixo, tracionando-o para frente e para cima, mantendo permeáveis as vias aéreas.
B Avaliar a presença de respiração espontânea: - Colocar o ouvido junto à boca e ao nariz da vítima, olhando para seu tórax ver se há movimento respiratório (ver), se há ruídos respiratórios (ouvir), se há fluxo de ar sobre sua face (sentir). Movimento respiratório ausente: - Iniciar respiração artificial; - Ocluir o nariz da vítima; - 2 respirações amplas 1 a 1,5” - 12 resp/min adulto; - 20 resp/min criança.
C Reconhecimento da PCR: - Deve-se dar entre 5 a 10” Pulso carotídeo: Entre a traquéia e o músculo esternocleidomastóideo; Criança lactente: pulso braquial – face do braço. Técnica de Compressão Torácica externa: Posicionar a vítima em decúbito dorsal horizontal sobre uma superfície rígida e colocar-se a seu lado. Localizar a margem inferior do gradeado costal deslizando os dedos indicador e médio até o entalhe onde as costelas encontram o osso esterno, ângulo de charpy. Com o dedo médio neste entalhe e a base da outra mão sobre o terço inferior do esterno ao lado do indicador da primeira mão. Retire a mão que está delimitando o ângulo de charpy e coloque-o sobre a mão que está sobre o esterno, entrelaçando os dedos. Os braços do socorrista devem permanecer em extensão com a articulação fixa dos cotovelos, transmitindo os esterno da vitima a pressão exercida pelo peso de seus ombros e tronco, num movimento de aliança, que é mais eficaz e reduz a fadiga. - Inicie compressões torácicas a um ritmo de 100 compressões por minuto (adulto); - Criança até 8 anos: Base de uma das mãos; - Lactente: Pontas dos dedos, linha imaginária sobre os mamilos.
D Desfibrilação precoce: - Proceder a seqüência A, B, C do socorro básico; - Se pulso ausente, ligar o desfibrilador; - Eletrodos posição adequada no tórax; - Se choque indicado => 200 – 300 – 360j; - Pulso ausente: manobras de Ressuscitação (RCP) ; - 3 choques se indicada; - se pulso ausente continuar manobras; - se presente parar as manobras.
c) Socorro Especializado: Suporte Avançado de Vida.
Fundamenta-se no emprego de equipamentos e medicamentos com a finalidade de administrar terapia definitiva para recuperação da vítima de PCR.
=> Consiste: · Socorro Básico (A, B, C): · Ventilação e desfibrilação precoce; · Equipamento acessórios e técnicas especiais: intubação endotraqueal, monitorização cardíaca, desfibrilação, marcapasso transcutâneo ou transtorácico. · Via de acesso para infusão venosa e administração de medicamentos. |
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