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Assistência à Pacientes em Estado Grave |
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| Desenvolvido pela enfermeira Ana Cristina de Araújo Andrade, Mestre da Escola de Enfermagem de Natal - UFRN e enfermeira do Hospital Universitário Onofre Lopes - UFRN. |
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| 11. Sistema Cardiovascular |
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| 11.22. Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) |
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11.22.300 Diagnostico |
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a) Quadro Clínico: . Dor torácica: Dita como em queimação, em aperto, em peso, tipo opressão, ou tipo facada. A localização é geralmente retroesternal ou precordial, com irradiação preferencialmente para o braço esquerdo até o cotovelo, punho ou dedos. Também pode irradiar para o braço direito, pescoço, mandíbula e dorso na região interescapular. . Náusea e vômitos; . Sudorese fria; . Palidez cutânea; . Sensação de morte iminente, as vezes dispnéia, taquicardia ou bradicardia.
b) Eletrocardiograma (ECG): . Supradesnivelamento do segmento ST; . Aumento das ondas Q; . Inversão da onda T.
c) Alterações enzimáticas cardíacas: . CPK (Creatinofosfoquinase): Começa a elevar-se em poucas horas, atingindo pico em 24 horas, não é específica do músculo cardíaco; . CKMB – É a forma predominante no coração. O valor normal depende do método utilizado. Eleva-se entre 4 e 12 horas após o início da dor, com pico em 24 horas; . CKMB massa – permite o diagnóstico mais precoce e acurado do IAM; eleva-se 3 a 4 horas após início dos sintomas; . TGO (Transaminase Glutâmico-Oxalacética); . DHL (Desidrogenase láctica) – sua alteração ocorre mais lentamente que as demais 24 horas após o início da dor. |
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