Desenvolvido pela enfermeira Ana Cristina de Araújo Andrade, Mestre da Escola de Enfermagem de Natal - UFRN e enfermeira do Hospital Universitário Onofre Lopes - UFRN.
A operação de revascularização do miocárdio adquiriu grande importância, especialmente nas últimas três décadas. A técnica consagrada é realizada por esternotomia mediana, especialmente com o uso de circulação extracorpórea, utilizando-se enxertos como veia safena e artéria torácica interna.
1946 – Vineberg – descreveu o 1º procedimento operatório;
1962 – Sabiston e Debakey – utilizaram veia safena para tratar lesões coronárias;
1968 – Favoloro – 1ª RVM com uso de veia safena nos moldes em que é feita hoje, com o uso de circulação extracorpórea.
Desde então, a cirurgia de revascularização do miocárdio (RVM) foi se tornando uma operação padronizada, com o uso de enxertos venosos e arteriais. A grande maioria dos cirurgiões cardíacos nestes últimos 30 anos a tem realizados com circulações extracorpórea e com o uso de solução cardioplégica, que permite que se trabalhe com o coração parado, facilitando tecnicamente a anostomose na artéria coronária lesada.