Desenvolvido pela enfermeira Ana Cristina de Araújo Andrade, Mestre da Escola de Enfermagem de Natal - UFRN e enfermeira do Hospital Universitário Onofre Lopes - UFRN.
Os pacientes freqüentemente não se referem à angina como “dor” e sim como uma sensação de: aperto, opressão, queimação, compressão, sufocação, etc. Ela é freqüentemente caracterizada pelo posicionamento da mão fechada sobre o peito. Irradia-se com freqüência para o ombro e parte superior do braço esquerdo.
Os episódios de angina são de curta duração inferior à 30 minutos. Reduz com uso de nitroglicemia sublingual.