Desenvolvido pela enfermeira Ana Cristina de Araújo Andrade, Mestre da Escola de Enfermagem de Natal - UFRN e enfermeira do Hospital Universitário Onofre Lopes - UFRN.
. Manter o paciente em decúbito lateral/semiventral e colocar uma cânula de Guedell, lateralizar a cabeça se houver evidências de náusea e vômitos;
. Manter permeabilidade das vias aéreas auxiliando o enfermeiro na aspiração de secreções;
. Providenciar e manter acesso venoso periférico (veia calibrosa);
. Verificar sinais vitais com freqüência, mantendo um registro cronológico;
. Observar e registrar a capacidade de reação a qualquer estimulo externo.
. Promover e manter a hidratação e alimentação através de: - Sonda nasogástrica/enteral; - Cateterização venosa; - Observação das funções urinária e intestinal (alerta para distensão abdominal/vesical);
. Promover e manter a integridade da pele e mucosas:’ - Manter a pele limpa seca e lubrificada, se houver ressecamento; - Realizar mudanças de decúbito de 2/2 h (evitar escaras); - Realizar higiene oral freqüente (evitar saburra); - Proteção ocular se houver abolição reflexo palpebral (compressa com soro fisiológico ou pomada oftálmica);
. Evitar deformidade: - Mobilização passiva dos diversos segmentos do corpo
. Medidas de segurança: - Grades laterais no leito; - Evitar contensões sempre que possível (observar locais de aplicação);
Compete ao profissional de enfermagem de nível médio manter o paciente inconsciente sob vigilância e observação contínua, e solicitar a intervenção do enfermeiro sempre que ocorrer alteração no quadro clínico.